FOTOS HISTÓRICAS

Bando de Lampião na cidade de Limoeiro do Norte (onde foi recebido com festa), após o ataque a Mossoró/RN em 1927.

Fonte: GURGEL, Antônio; BRITO, Raimundo Soares de. Nas garras de Lampião (Diário). 2. ed. rev. e ampl. Mossoró: Fundação Vingt-Un Rosado/Coleção Mossoroense, 2006.

Bando de Lampião em 1927, Limoeiro do Norte, Ceará. Do número um ao onze, respectivamente: Sabino, Navieiro, Mormaço (corneteiro), Ponto-Fino, Lampião, Salamanta, Massilon, Moderno, Valatão, Mergulhão e Coqueiro. Notar, à esquerda, anciãos presos a resgate. E, com o número 25, o cangaceiro-menino, de apelido Alagoano.

Fonte: Mello, Frederico Pernambucano de. Estrelas de couro: A estética do cangaço  (p. 309). Kindle Edition.

Foto de alguns cangaceiros que participaram do ataque a Belém do Arrojado, no bando de Lampião. De cima e da esquerda: Sabino Gomes e Massilon Leite, à frente de grupos agregados para o assalto a Mossoró, 1927; Francisco Almeida, o cangaceiro Mormaço, corneteiro na ação, e Manuel Ferreira, o Bronzeado. Fotos José Otávio. Cortesia de Raul Fernandes.

Fonte: Mello, Frederico Pernambucano de. Guerreiros do sol: Violência e banditismo no Nordeste do Brasil (Portuguese Edition) (p. 464), Kindle Edition.

Padre José Joaquim de França Coutinho, conhecido como Padre França, é lembrado como fundador da antiga vila de Belém do Arrojado e idealizador da construção da capela dedicada a Jesus, Maria e José. Nascido no Arrojado, na década de 1840, era filho de Joaquim Ferreira Coutinho e de Dona Francisca Duarte Coutinho. Sua atuação foi decisiva para a formação religiosa e urbana do povoado, especialmente a partir da organização da capela que deu centralidade simbólica e comunitária ao lugar.

Mais informações sobre Padre França, a construção da capela e a formação histórica de Uiraúna podem ser encontradas no capítulo 4 do livro A Peleja de Lampião no Belém do Arrojado, de autoria de Marcelo Duarte Guilherme Estrela e Tiago Misael de Jesus Martins.

Fonte: Imagem cedida por Padre Cleides Claudino.

Fotografia da Igreja Matriz de Uiraúna datada do ano de 1941. Foi a mais antiga imagem do templo encontrada pela pesquisa.

Fonte: Uiraúna: Cidade da Gente. Fortaleza: Didáticos Editora, 2023.

Aspectos do centro comercial da vila de Belém

Fotos históricas do centro comercial de Uiraúna.

Na segunda imagem, observa-se o comércio de Francisco Euclides Fernandes, neto do Major José Fernandes, do sítio Canadá. O homem que aparece ao centro da fotografia provavelmente é o próprio Francisco Euclides, que era filho de Euclides Fernandes Moreira e Joaquina Domintina Costa e Sá. Ele era irmão de Euclides Fernandes Filho, conhecido como Clidinho, também comerciante de Uiraúna.

Clidinho foi casado com Emília Valdetrudes Moreira Fernandes, filha de Gentil Moreira da Costa e de Úrsula Euclides Fernandes, e teve os filhos Espedito, Demoutieux, Eugênio, Maria Ivonete, conhecida como Neide, Maria Luzia, Maria Emília e Maria Nicéia, estas duas últimas falecidas. Entre esses descendentes, Espedito de Clidinho e Demoutieux foram conhecidos comerciantes de Uiraúna.

Francisco Euclides Fernandes, por sua vez, casou-se cinco vezes ao longo da vida. Do primeiro casamento, com Maria Cândida da Guerra Passos, nasceram Maria da Guerra Fernandes, também chamada Maria Cândida, e Francisca Fernandes, ambas solteiras. O segundo casamento, com Francisca da Guerra Passos, conhecida como Chiquita, não deixou filhos. Do terceiro casamento, com Ana Socorro Fernandes, também chamada Ana Orcina Fernandes, nasceram catorze filhos, dos quais sobreviveram José Orlando Fernandes, Ana Orcina Fernandes, a Irmã Anita, Francisco Orniudo Fernandes e Antônio Orgenaldo Fernandes. Do quarto casamento, com Anete Vieira da Silva, nasceram Francisco de Assis Fernandes e Euclides Fernandes Neto. Do último casamento, com Maria Francinete, nasceram Francisca Francineide Fernandes e Francinaldo Fernandes.

Fotografia da rua lateral à Igreja Matriz, denominada Rua Nova

Essa rua foi por onde se deu o terceiro ataque do bando de Lampião, conforme narrado no livro A Peleja de Lampião no Belém do Arrojado

Fonte: ABREU, Wlisses Estrela de Albuquerque. História e Memória. In: ANACLETO, Ana Maria Fernandes; LIMA, Kilderlan Soares de; PACHECO, Willyan Ramon de Souza; ABREU, Wlisses Estrela de Albuquerque. Uiraúna: Cidade da Gente. Fortaleza: Didáticos Editora, 2023.

Cônego Manoel Vieira da Costa e Sá (Padre Costa). Incentivador da primeira banda de música de Uiraúna (Banda Costa Correia), da qual quatro dos músicos — Luiz Rodrigues (defensor), Antônio Francisco (um dos mensageiros que alertaram a vila) Antônio Correia (vítima) e Firmo Correia (irmão da vítima) — figuram entre os personagens da história narrada no livro.

Fonte: REVISTA UIRAÚNA. Tocando a vida: Dobrados do Tempo. 12 ed. dez. 2014.

Marcelino Vieira da Costa, irmão do mesmo Padre Costa e também incentivador da primeira banda. Conhecido como Marcelino do Poço, ele foi agricultor, criado e fazendeiro paraibano; depois, mudou-se para o Rio Grande do Norte, tendo residido no sítio Aroeira em Luís Gomes e exercido o cargo de Deputado Estadual. Faleceu em 3 de dezembro de 1938, aos 79 anos. A cidade de Marcelino Vieira/RN foi nomeada em sua homenagem.

Fonte: perfil do Instagram @uiraunaantigo

Padre Anacleto, responsável pela montagem da segunda banda de música em 1930, após o fim do terror de Lampião. A Banda de Música Jesus, Maria e José se consolidou como instituição cultural permanente em atividade até os dias atuais, reconhecida como patrimônio cultural imaterial da Paraíba pela Lei Estadual nº 12.256/22.

Fonte: perfil do Instagram @uiraunaantigo

O Subdelegado de Polícia Nelson Furtado Leite, em fotografia da década de 1920. Não se sabe se a foto foi tirada antes ou depois daquela em que ele posa com os demais Defensores da vila de Belém. 

Fonte: ABREU, Wlisses Estrela de Albuquerque. História e Memória. In: ANACLETO, Ana Maria Fernandes; LIMA, Kilderlan Soares de; PACHECO, Willyan Ramon de Souza; ABREU, Wlisses Estrela de Albuquerque. Uiraúna: Cidade da Gente. Fortaleza: Didáticos Editora, 2023.

Nelson Furtado Leite, usando a farda da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. 

Fonte: acervo familiar de sua neta, Maria Goretti Leite Teixeira.

Nelson Furtado Leite, usando a farda da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. 

Fonte: DANTAS, Sérgio Augusto de Souza. Lampião no Rio Grande do Norte: A história da grande jornada. 2. ed. Cajazeiras: Gráfica Real, 2014.

Nelson Furtado Leite, próximo ao final de sua carreira na Polícia Militar do Rio Grande do Norte. 

Fonte: acervo familiar de sua neta, Maria Goretti Leite Teixeira.

Tio de Nelson Furtado Leite, o Pe. Sá possui controverso papel na inversão no bando de Lampião ao povoado de Barra do Juá. A história é contada em Dantas (2014) e, em breve, constará deste site na aba de Outras Histórias.

Fonte: DANTAS, Sérgio Augusto de Souza. Lampião no Rio Grande do Norte: A história da grande jornada. 2. ed. Cajazeiras: Gráfica Real, 2014.

Foto José Antônio de Galiza (Dedé Galiza) em 1934. Ele e seu irmão, Antônio Francisco campeavam gado no Sítio Caiçara no “curral da via santa” quando avistaram o bando de Lampião se aproximando. O aviso que eles transmitiram na vila permitiu que Nelson Leite e os demais Defensores organizassem a estratégia. Na dinâmica dos acontecimentos, a coragem de Dedé Claudino e Antônio Francisco foi determinante; sem eles, a vila teria sido dominada com facilidade por um grupo criminoso, cujo trajeto até Belém foi escrito com sangue. 

Fonte: acervo da família Claudino.

Uiraúna/PB na década de 40. Utilizada no livro para evidenciar a altura da igreja matriz frente às construções vizinhas e destacar a importância estratégica de seu telhado para o posicionamento dos Defensores. 

Fonte: perfil do Instagram @uiraunaantigo

Vista do entorno da Igreja Matriz e o traçado das três vias por onde se deram as tentativas de investida do bando de Lampião em 1927. 

Fonte: VIEIRA, Maria Joaquina. Fragmentos Históricos. Leia FELC – Periódico da Fundação Educacional Lica Claudino, a. 2, ed. 2, p. 36-38, 2008.

José Fernandes das Chagas, uma das vítimas de Lampião no sítio Quixaba, e família. 

Fonte: acervo de Antônio Eliece Fernandes, cedido aos autores.

José Fernandes Sobrinho, uma das vítimas de Lampião no ataque ao sítio Canadá. Ele era casado com Francisca Fernandes da Silveira) e o avô de Francisca Fernandes Silveira Neta, uma das fontes mais importantes do livro. José Fernandes Sobrinho era neto do Major José Fernandes. 

Fonte: SILVEIRA NETA, Francisca Fernandes da. Memórias do Cangaço: Visões desse movimento no munícipio de Uiraúna. 1994. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura Plena em História) – Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Cajazeiras, PB, 1994.

Outra fotografia de José Fernandes Sobrinho, uma das vítimas de Lampião no ataque ao sítio Canadá. 

Fonte: DANTAS, Sérgio Augusto de Souza. Lampião no Rio Grande do Norte: A história da grande jornada. 2. ed. Cajazeiras: Gráfica Real, 2014.

Uma das frentes de defesa da cidade de Mossoró contra o bando de Lampião, poucos dias após o ataque a Belém. Note-se que, ao contrário da vila, a defesa de Mossoró foi meticulosamente planejada por semanas e contava com múltiplas frentes, montadas predominantemente com policiais e soldados. A imagem acima representa em uma dessas frentes de defesa, contando com mais combatentes do que todos aqueles 11 homens que defenderam Belém.

Fonte: ARAÚJO, Antônio Amaury Corrêa de; ARAÚJO, Carlos Elydio Corrêa de. Lampião: herói ou bandido? São Paulo: Editora Claridade 2011.

Uma das trincheiras de Mossoró ainda à espera de Lampião: civis em armas sobre fardos de algodão, no dia seguinte ao ataque de 13 de junho de 1927. Foto José Otávio. Cortesia de Raul Fernandes.

Fonte: Mello, Frederico Pernambucano de. Guerreiros do sol: Violência e banditismo no Nordeste do Brasil (Portuguese Edition) (p. 458), Kindle Edition.

Uma das trincheiras de Mossoró.

Fonte: DANTAS, Sérgio Augusto de Souza. Lampião no Rio Grande do Norte: A história da grande jornada. 2. ed. Cajazeiras: Gráfica Real, 2014.

Uma das trincheiras de Mossoró.

Fonte: DANTAS, Sérgio Augusto de Souza. Lampião no Rio Grande do Norte: A história da grande jornada. 2. ed. Cajazeiras: Gráfica Real, 2014.

O cangaceiro Jararaca, que esteve no ataque à vila de Belém, foi preso em Mossoró. Foi executado pela polícia poucos dias depois de sua prisão, a 14 de junho. Foto José Otávio. Cortesia de Raul Fernandes.

Fonte: Mello, Frederico Pernambucano de. Guerreiros do sol: Violência e banditismo no Nordeste do Brasil (Portuguese Edition) (p. 458), Kindle Edition.

Presidente da Paraíba de 22 de outubro de 1924 a 22 de outubro de 1928, João Suassuna (1886–1930) foi um advogado, juiz e político paraibano que se notabilizou pelo combate sério ao cangaço na Paraíba, fortalecendo as ações das polícias volantes. Como demonstrado no livro A Peleja de Lampião no Belém do Arrojado, embora empoderadas pelo governo estadual, o modo de atuação das volantes não providenciava um modelo de polícia ostensiva eficiente para pequenos vilarejos do sertão, pois focavam em caçar um grupo específico de cangaceiros. Em casos como o de Belém, em que o grupo de Lampião não estava na mira da volante, o sentimento era de abandono institucional. Em 1927, mesmo diante dos apelos dos moradores mais influentes de Belém, nenhuma tropa regular foi enviada para garantir a segurança da vila. Nesse contexto de desamparo externo, coube ao Subdelegado de Polícia Nelson Furtado Leite, organizar a defesa comunitária em face de um ataque iminente.

João Suassuna foi pai do escritor Ariano Suassuna.

Manoel Arruda de Assis, na época conhecido como Delegado de Polícia Tenente Arruda, atuando na Delegacia de Polícia de Sousa e responsável pela Subdelegacia da vila de Belém. Importante personagem na montagem da defesa da vila de Belém após o ataque da Lampião em maio de 1927, encarregando Nelson Furtado Leite de recrutar paisanos à vista de novo ataque. Também desempenhou papel relevante no evento da morte e mutilação do cangaceiro Antônio Leite. Após, foi Delegado de Polícia em diversas cidades paraibanas, Prefeito de São José de Piranhas (1932), Prefeito de Pombal (1950) e Deputado Estadual por várias legislaturas.

Fonte: ABREU, Wlisses Estrela de Albuquerque; GALVÃO, Rogério Cândido Ramalho. Poder Judiciário: História da Comarca de São João do Rio do Peixe. João Pessoa: Edições do TJPB, 2022.

Braz da Costa Baracuhy, Juiz de Direito da Comarca de Sousa, responsável pela Vara de São João do Rio do Peixe em 1931. Ele presidiu o primeiro Tribunal do Juri acerca da morte do cangaceiro Antônio Leite. No livro, os autores analisam diversas de suas decisões ao longo do processo, especialmente contra Nelson Furtado Leite. 

Fonte: TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DA PARAÍBA. Memorial da Justiça Eleitoral da Paraíba. João Pessoa: TER-PB, 2022. 

Cadeia Pública de São João do Rio do Peixe, onde parte dos Defensores ficaram recolhidos aguardando a realização do Tribunal do Júri pela morte do cangaceiro Antônio Leite. 

Fonte: ABREU, Wlisses Estrela de Albuquerque; GALVÃO, Rogério Cândido Ramalho. Poder Judiciário: História da Comarca de São João do Rio do Peixe. João Pessoa: Edições do TJPB, 2022.

Foto da igreja, a partir da Rua da Praça, em data desconhecida. Esse foi o caminho da segunda investida dos cangaceiros sobre a vila de Belém. 

Fonte: Instagram @uiraunaantigo.

Fonte: DANTAS, Sérgio Augusto de Souza. Lampião no Rio Grande do Norte: A história da grande jornada. 2. ed. Cajazeiras: Gráfica Real, 2014.

Foto da Rua da Praça, em data desconhecida.

Fonte: Instagram @uiraunaantigo.

Foto da Rua da Praça, em data desconhecida.

Fonte: Instagram @uiraunaantigo.

Dedé Claudino e sua esposa, Maria Moreira, no sítio Olho d’Água Seco em fotografia tirada nos anos 1980, quando ele já contava com mais de oitenta anos. 

Fonte: acervo da família Claudino.

Pintura representando o defensor Joaquim Estevam, muitos anos após os fatos descritos neste livro, quando já morava no sítio Quixaba. Nessa época, ele era Delegado de Polícia, com passagem pela cidade de Uiraúna no início dos anos 1960.

Fonte:  Zezinho Estevam, filho de Joaquim Estevam

Pintura representando Joaquim Estevam e esposa, Francisca Raimunda da Silva, e seu filho, Zezinho Estevam, e esposa. 

Fonte:  Zezinho Estevam, filho de Joaquim Estevam

O Defensor da vila Luiz Rodrigues era pai do conhecido uiraunense Duca Coveiro (Alcides Rodrigues Pinheiro), nascido em 10 de janeiro de 1948, e figura bastante lembrada na cidade por haver seguido o mesmo ofício do pai, atividade que exerceu até, pelo menos, os anos 2000. Duca faleceu em 04 de fevereiro de 2009. Luiz Rodrigues também era pai do uiraunense Reis (Abdias Rodrigues), nascido em 08 de agosto de 1944, conhecido em Uiraúna como tocador de pandeiro e que, em 2026, reside no abrigo das freiras, na cidade. Outro filho de Luiz se chamava Argemiro Rodrigues Pinheiro, nascido em 10 de março de 1930 e já falecido. Os três são filhos de Vicência Maria da Conceição, esposa de Luiz.

Fonte: perfil do Instagram @uiraunaantigo

O Defensor João Venâncio de Andrade (João Mocó) é pai de Francisco Venâncio de Andrade, conhecido em Uiraúna como Mestre Kim, presença folclórica do carnaval da cidade. Nascido em 08 de fevereiro de 1930, ele se casou com Maria Eliza da Conceição em 1954. Mestre Kim viveu muitos anos na rua Dom Silvestre Fernandes, bairro do Belém Novo, sendo pai da conhecida uiraunense Lucinha de Kim. Após seu falecimento em 2014, no ano seguinte Mestre Kim foi homenageado no carnaval público de Uiraúna com um percurso de orquestras de frevo (Percurso Mestre Kim).

Fonte: perfil do Instagram @uiraunaantigo

O Defensor Acácio Correia de Queiroga e família, anos após os eventos narrados no livro. A vida de Acácio Correia de Queiroga também resta bem documentada no livro Memorial de Família: três séculos de história familiar: pesquisa genealógica, de João Bosco Fernandes e Antônio Fernandes Mousinho (Fernandes; Mousinho, 2009). Nascido no sítio Moça Branca em 10 de fevereiro de 1884 e falecido em 1978, Acácio foi o primeiro sacristão da Igreja Jesus, Maria e José, em Uiraúna e casou-se com Maria Augusta Fernandes. 

Fonte: Acervo da família Queiroga.

Acácio Correia de Queiroga, em breve biografia constante de revista localmente distribuída.

Fonte: Acervo da família Queiroga.

José Fernandes Vieira (Zéu da Fubica), em pé, vestindo o terno branco branco. Ele era filho de José Fernandes Vieira (pai, conhecido como Seu Zezinho) e de Emília Fernandes Vieira; sempre foi conhecido como pessoa inteligente e apta a atividades relacionadas à mecânica. Por muitos anos ainda permaneceu dirigindo sua fubica e levando passageiros pela região. Zéu era casado com Francisca Fernandes de Queiroga, filha de Acácio Correia de Queiroga e Maria Fernandes de Queiroga, ou seja, os defensores Zéu e Acácio eram genro e sogro entre si. O casal teve 3 filhos, Antônio (Toinho), Maria das Dores (Dorinha) e Marconi Fernandes de Queiroga (conhecido como Marconi da Sanfona).

Fonte: Acervo de Marconi da Sanfona.

Os Defensores Zéu da Fubica e Acácio Queiroga, com suas respectivas esposas.

Fonte: acervo de Marconi da Sanfona.

Epitácio Fernandes de Queiroga, filho do Defensor Acácio Queiroga que seguiu o caminho do pai e exerceu por longo período o ofício de sacristão da igreja. Assim como Acácio, distinguiu-se também pelo conhecimento da história de sua terra, tornando-se referência local para nomes, fatos e lembranças ligados à memória de Uiraúna. 

Fonte: perfil do Instagram @uiraunaantigo